O que fazemos
Quatro camadassobre o mesmo imóvel.
Cada camada responde uma pergunta diferente, e todas partem de registro oficial. Nenhuma delas estima quando não há amostra: onde falta dado, o sistema diz que falta.
Onde fica e quanto vale
A partir do endereço: qual cartório guarda a matrícula, quantas transações a unidade já teve e o preço que imóveis parecidos alcançaram de verdade, pelo registro de ITBI.
- São Paulo capital e Porto Alegre
- 2,6 milhões de transações indexadas
- Preço por comparável real, nunca por estimativa solta
A matrícula, lida ato a ato
Cada registro e cada averbação são extraídos em ordem. Os gravames são classificados por tipo jurídico, e para cada um o sistema procura o ato que o cancela.
- 20 tipos de gravame com base legal
- Cadeia de proprietários, com lacuna sinalizada
- Campo duvidoso marcado para revisão, não inventado
Pode vender?
O veredito sai de regras jurídicas escritas, não de opinião de modelo: apta, com pendências ou impedida. Cada impedimento vem com o caminho para resolver.
- Três gravames travam a venda sozinhos; o resto exige providência
- Cada ponto cita o ato da matrícula que o originou
- Parecer em PDF com a marca de quem entrega ao cliente
Certidões e a jornada
A lista de certidões necessárias sai pronta, com o que já foi obtido e o que falta pedir, e a venda fica organizada por etapa até a comissão.
- Certidões dos proprietários consultadas por API oficial
- Etapas visíveis, do contrato ao registro
- Histórico salvo por imóvel
De onde vem o dado
Registro público,
não anúncio
O preço que mostramos é o que foi declarado ao fisco em cada transmissão, não o que alguém pediu num portal. A matrícula vem do documento do cartório. O sinal de leilão vem de edital publicado. Quando o número não existe na fonte, ele não aparece na tela.
Em Porto Alegre o valor publicado é a base de cálculo do imposto, e não o valor declarado como em São Paulo. A diferença aparece na própria página, porque tratar os dois como a mesma coisa seria mentira conveniente.